sábado, julho 23, 2011

A tua ou a minha. Nunca as duas.

Enche-me de promessas vãs, que eu direi que sim a todas. Ignoro a verdade que me zumbe na cabeça e revela as tuas mentiras... Porque acredito que nem tu própria saibas que mentes. E não serei eu a dizer-to, recuso-me! A tua verdade tens de ser tu a descobrir. A minha, já a sei. A minha verdade... É a tua mentira. E vivo-a, e sentir-lhe-ei a falta quando ela partir, pois tu irás partir com ela. Se calhar, não te mostro a tua verdade por egoísmo, e não por altruísmo. Se calhar, quero sempre só mais uma último vez... Só mais uma. E nunca, nunca me há-de chegar. Mas, até la... Até já.